Você realmente se conhece? O que vê quando olha no espelho? Quantas identidades podem ser encontradas em você? Quantas pessoas nós somos? Por que as vezes é tão difícil encarar o que de mais íntimo se esconde em nós? Em alguma passagem da minha vida li que o homem é aquilo que faz quando pensa que ninguém está olhando. Que somos muito mais aquilo que fazemos em segredo, por confiar bem mais em nós mesmos do que em qualquer outra pessoa. A dubiedade é usada como máscara. O medo de enfrentar a nós mesmos e o que realmente somos nos intimida. Somos naturalmente dúbios. Somos naturalmente vários. E ao mesmo tempo somos ou temos que ser um só.
Reconhecer isso ajuda a não termos medo das nossas inconstâncias. As vezes não nos reconhecemos em algumas ações porque teimamos em não acreditar que esses seres estranhos (que somos nós mesmos) estão dentro de nós. Pulsando. Dizendo que são partes de um todo. Um todo que pode ser maravilhoso. Radiante. Por isso, sorria quando a espontaneidade permitir. Deixe escorrer uma lágrima quando seus olhos nublarem. Aconselhe, quando servir de exemplo. Irrite-se, quando a situação pedir. Abrace, se isso alegrar seu espírito. Mas só ame quando você realmente se sentir INTEIRO, pois ninguém consegue amar pela metade.

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